Missão

A Gulliver tem como missão ajudar a encontrar, caminhos, redes de suporte e ferramentas, de forma a quebrar ou diminuir o isolamento social involuntário de pessoas.

Quem Somos

Constituída como associação sem fins lucrativos, sediada em Lisboa, iniciou a sua atividade em 2006, fruto da iniciativa e vontade de intervenção de um grupo de amigos…

Como Nascemos

A Gulliver surge da necessidade vivida por uma pessoa com paralisia cerebral, enquanto jovem sentiu, a falta de oportunidades em participar em igualdade com…

Vamos ao teatro -

Marque na sua agenda: Dia 27 de Novembro.

Assista connosco um peça “As criadas” de Jean Genet, na sala estúdio no Teatro D.Maria II. Vagas limitadas devido à capacidade da sala.
Obrigada pela sua inscrição.

  • Marco Costa

    conhecer novas pessoas, novos lugares

    "Para mim a Gulliver tem sido ao longo destes anos uma excelente oportunidade de conhecer novas pessoas, novos lugares e também deu-me a oportunidade de fazer até a data presente a vela adaptada. "
  • João Bordalo

    PELO LADO POSITIVO

    "A Gulliver é importante para mim, porque faz-me conhecer pessoas com várias deficiências como eu também tenho; mas mostra como as pessoas encaram a vida pelo lado positivo: em vez de ser um copo meio vazio vêem o copo meio cheio. São pessoas com uma energia saudável e estão neste momento psicologicamente melhor que eu."
  • João Ricardo

    Considero importante
    criar novas amizades

    Chamo-me João Ricardo Almeida tenho 23 anos e a Associação Recreativa e Cultural Gulliver tornou-se importante para mim porque há três anos atras, ajudou-me a descobrir o projeto Maré Viva, projeto esse que consiste tornar a praia acessível para todos. Considero importante que nós, pessoas portadoras de deficiência, possamos desfrutar da água do mar com segurança e também podermos criar novas amizades. Para além disso, também já realizei fins-de-semana com a Gulliver, onde podemos realizar algumas atividades radicais as quais gosto muito e aproveito para agradecer os grandes momentos vividos com vocês.
  • Marta Barreiros (Monitora)

    A melhor palavra para descrever um grupo “inclusivo” será união.

    "Existe uma aprendizagem, um espírito de equipa, de colaboração e cooperação entre todos, quer sejam monitores, coordenadores ou crianças, um enriquecimento a nível pessoal e social que não se encontra e adquire em muitos outros lugares ou mesmo experiências. Esta experiência foi para mim das melhores que já tive, pois consegui compreender, aprender, ensinar, mas sobretudo crescer! E cresci ao mesmo tempo que pude ver crianças a crescerem e a tornarem-se pessoas especiais, com um cuidado e uma preocupação com os outros inexplicável. Com uma grande motivação para ajudar o outro. E é tão bom poder perceber que aos poucos podemos mudar comportamentos e mentalidades, tornar simples crianças em crianças que vão fazer a diferença, em crianças que mais tarde ajudarão outros a mudar, e a perceber que a diferença nem sempre significa ser diferente. Porque diferentes somos todos, não há um ser humano igual a outro, pelo que a diferença está em nós e se a queremos ver de forma negativa, ou se a queremos ver de forma especial e única, como parte da nossa vida e do nosso crescimento. Porque no meio de tanta brincadeira, de tanta cooperação, de tanta amizade e diversão, onde por vezes é difícil perceber quem tem dificuldades mais graves, existirá espaço para a discriminação? Para mim…não! Porque nos grupos em que estive presente e aos nossos olhos éramos todos iguais! Porque aos poucos, com pequenos passos, podemos fazer da diferença a nossa diferença "
  • Ana Fortes (mãe da Mafalda)

    uma colónia de férias especial

    “O que se passa em Belém nas primeiras semanas de Agosto? Talvez nada de especial, apenas  cadeiras de rodas em  movimento alegre com meninos de bonés verdes e camisolas brancas. Talvez nada de especial , apenas risos e cumplicidades de quem parte para uma manhã na praia e uma tarde em atividades diversas. Talvez nada de especial, apenas muitas histórias para contar quando se chega a cada fim de tarde e se adivinha que o dia seguinte vai ser mais uma surpresa. Talvez nada de especial, apenas dias de férias onde todos os meninos de bonés verdes e camisolas brancas são apenas meninos em férias. Talvez nada de especial, apenas duas semanas onde alguns meninos de bonés verdes partilham o que conseguem fazer com meninos de bonés verdes que fazem o que conseguem. Talvez nada de especial, apenas um grupo de gente grande que pensa e depois faz e que faz o que nunca pensou ser possível fazer. Talvez nada de especial se todas as freguesias tivessem colónias inclusivas. O que se passa em Belém nas primeiras semanas de agosto? Nada de especial, apenas uma colónia de férias especial.”